História

A SEUNE – nasceu com o objetivo precípuo de dotar Alagoas de mais uma instituição de Ensino Superior que viesse a suprir uma lacuna cujo preenchimento se fazia, de há muito, necessário.

Foi fruto do sonho de seus idealizadores, como todo grande ideal.

Sem o sonho, sem o ideal dos sonhadores, sem a loucura da quimera, não se pode antever qualquer sucesso, mesmo, muitas vezes, sendo os que assim se comportam, tidos como visionários, loucos, pretensiosos e outras qualificações pejorativas.

O Diretor Geral e um dos idealizadores da SEUNE, Dr. Sebastião José Palmeira, inspirou-se nos ideais de liberdade, de luta e na combativa UNE – União Nacional dos Estudantes, para, em sua homenagem dar nome à nova instituição.

Daí acrescentou-lhe o prefixo SE que, somando à palavra UNE, formou – SEUNE – Sociedade de Ensino Universitário do Nordeste.

A Faculdade da SEUNE conta, atualmente, com Ciências Contábeis, a pioneira e, também, com o Curso de Administração, Direito e Enfermagem.

Dispõe de um moderno laboratório de informática, de um auditório, de uma biblioteca central moderna e de salas de aula refrigeradas, dentro dos padrões educacionais modernos.

Encontra-se instalada em uma área de 9.000 m2, no coração da capital Alagoana. Pode-se vislumbrar, sem esforço visual, o contraste existente entre a arquitetura moderna e a antiga, no mini Campus Universitário, onde o verde predomina.

Na antiga mansão de aspecto colonial, já existente, instalou-se a parte administrativa do complexo educacional, construindo-se, adiante, dois blocos de dois andares, exclusivamente para as atividades acadêmicas, tais como: salas de aula, laboratório, biblioteca alem de um NPJ em sede própria e próximo ao campus.

Muitos de seus alunos são estagiários de respeitáveis empresas e instituições, como o Banco do Brasil, a Empresa de Correios e Telégrafos, Usinas de Açúcar, Empresas de Telecomunicações, etc.

O sonho dos que fazem a SEUNE é dota-la de mais cursos, especialmente aqueles ainda não existentes no nosso meio social.

Homenageou-se, também, o Nordeste, região discriminada, cujo homem supera a própria sorte e estrutura, em busca da sobrevivência, o que levou Euclides da Cunha a dizer que: “o sertanejo é antes de tudo um forte”.